segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Nikola Tesla: uma mente mais que brilhante...

Precisamos de um pouco de filosofia pra podermos compreender certas passagens e certos acontecimentos afim de que sejamos cada vez melhores, com uma visão cada vez mais progressiva à respeito de nós mesmos seres humanos de forma que possamos ter um mundo melhor e mais humano sem perdermos de vista o sentimento de família para com os nossos parentes e um sentimento de amizade para com os nossos contemporâneos. Mas às vezes também precisamos tomar algumas decisões drásticas no decorrer de nossas vidas para marcarmos nossa época, transpondo obstáculos inimagináveis na busca de afirmação das nossas certezas e ideais.
Este homem a quem irei me referir realmente precisou enfrentar de tudo um pouco para poder demonstrar o quanto ele estava a frente do seu tempo em conhecimento, dinamismo e empreendedorismo.
Estou falando de Nikola Tesla (1856 -1943), um dos homens que com toda certeza bateu de frente com as barreiras da vida científica para se afirmar como um dos homens mais importantes para a área da conversão eletromecânica, geração, transmissão, distribuição de energia elétrica. Apreciei seus inventos e traços de sua vida particular demonstrados por uma biógrafa em um documentário no canal TV Escola e através de mais pesquisas à respeito de sua biografia, percebi a singularidade deste cientista-engenheiro e vou compartilhar com todos os leitores. Tudo que é falado à respeito dele em um site foi bastante interessante para mim no que diz respeito a vida pessoal e profissional de Tesla. 
Para quem não sabe ele foi o inventor da corrente polifásica, da ligação estrela, lâmpada fluorescente, comunicação sem fio, geradores e transformadores e protótipos de transmissão de energia. 
Leia mais e inspire-se...

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

MSP 430: eles são bons...

Nosso tema de hoje são os microcontroladores da Texas Instruments, modelo MSP 430, da família G2553, peças fundamentais para a criação de nossos protótipos. Estes foram desenvolvidos para fins didáticos e com isso, conseguimos comprovar teórica e praticamente o que eles são capazes de realizar. Na oportunidade, com três tipos de protótipos diferentes e princípios bem semelhantes, fomos bem sucedidos e conseguimos demonstrar que com um pouco de eletrônica e conhecimentos básicos sobre o microcontrolador em questão, alcançamos resultados simples e satisfatórios. As aplicações foram as seguintes: automação e controle de iluminação, sensor controlador de temperatura, detector de gás e fumaça.

Microcontrolador MSP 430 da T.I..

Cada protótipo tem a sua particularidade e tem a capacidade de simular de maneira simples e eficaz a sua importância no vasto campo de controle de processos.
Com uma linguagem de programação em C++ pudemos desenvolver um controle de iluminação que seria bastante aceito pelo conceito Smart Grid pela sua simplicidade e praticidade, usando um aplicativo de android, um módulo bluetooth, led's de alto brilho, botões que switch's e um componente eletrônico LDR; distribuímos estes componentes por uma maquete arquitetônica e atingimos a meta de controle. 

LDR
Concluímos que lâmpadas ou eletrodomésticos podem ser apagadas ou ligados manualmente por pulsadores, automaticamente pelos sensores fotoelétricos, à distância por dispositivos Bluetoth, RF, ethernet ou internet. Contudo, para aplicações reais deste protótipo devemos levar em consideração as grandezas de energia envolvidas para o devido dimensionamento dos circuitos envolvidos.

Já nos protótipos de sensoriamento usamos uma linguagem de programação em Assembly. Com ele realizamos a detecção de gases como metano, propano e butano e também gás GLP; 

Módulo Sensor de Gás 
no sensoriamento e controle de temperatura usamos este protótipo para o controle de temperatura e resfriamento para um possível sobreaquecimento.
Para desenvolvermos o detector de gás e de fumaças tóxicas usamos um módulo detector de gás Arduino, um buzzer hdx de alerta, uma caixa de madeira de 0,30m x 0,20m x 0,10m, dois cooler's com rotação inversa de 12 V / 0.33 A para aplicá-las como exaustor, uma ponte H e no desenvolvimento do sensor controlador de temperatura, usamos uma ponte H, um componente eletrônico LM 35, led RGB e cooler's de 12 V / 0.33 A. O interessante do protótipo do sensor controlador de temperatura é que o parametrizamos para aferir constantemente a temperatura de um sistema a ser assistido, controlando e mantendo-o dentro de níveis seguros de temperatura.


Sensor de Temperatura LM 35
Uma vez que ele ultrapassa os níveis de temperatura normais de operação, entram em ação os cooler's responsáveis pelo resfriamento do sistema. Concluímos que sistemas que necessitam operar dentro de níveis de temperatura razoáveis podem ser controlados e automatizados por esses microcontroladores da T.I. devidamente programados e dimensionados para atender qualquer necessidade, seja ela de resfriamento ou de aquecimento. 

Cooler 12 V
Mais uma vez ressaltamos que para aplicações reais destes protótipos sempre devemos levar em consideração as grandezas (tensão, correntes, potência, temperatura, vazão, etc.) para o devido dimensionamento dos circuitos envolvidos com o intuito de obter êxito. É possível encontrarmos no meio industrial este tipo de controle e sensoriamento através de PT's 100, Termopares, PLC's e supervisórios responsáveis por controles de processos industriais.

PT 100
Todos estes protótipos são conhecidos e amplamente utilizados em grande escala no meio industrial devido a enorme demanda de energia elétrica em questão e devido ao senso de sustentabilidade e uso responsável da energia elétrica. Há também os fatores de segurança de instalações elétricas em questão, como também a segurança operacional dos funcionários envolvidos nas diversas linhas de processos existentes na indústria.

Nossa demonstração foi um tanto genérica mas com efeitos contundentes e pode ser mais abrangente para os que se interessarem pois foi bastante proveitoso para nós. Comente e/ou nos contate.



terça-feira, 6 de agosto de 2013

*DPS: Dispositivo de Proteção contra Surtos



DPS do tipo limitador de tensão - Clamper


Por que proteger?

A operação de sistemas eletrônicos pode ser severamente afetada em função da ocorrência de surtos provocados por descargas atmosféricas ou eventos de chaveamento no sistema elétrico de potência. Esses fenômenos causam por um período curto de tempo uma elevação brusca na tensão nominal do sistema, quer seja de alimentação elétrica, de comunicação de dados, de telefonia ou de automação de processos, com consequências às vezes devastadoras. No caso das descargas atmosféricas, um equipamento instalado a quilômetros de distância do local da queda do raio está sujeito à sérios riscos de queima em função da formação de campos eletromagnéticos e consequentes sobretensões induzidas e conduzidas pelos cabos. Todos os equipamentos eletrônicos presentes nas instalações industriais, comerciais e residenciais, tais como computadores, equipamentos de controle e automação, centrais telefônicas, equipamentos de TV a cabo, centrais de alarmes, sistemas de telemetria e aquisição de dados, entre outros, correm risco de sofrer danos.



Onde instalar?

A localização de Dispositivos de Proteção contra Surtos - DPS para uma adequada proteção dos equipamentos eletrônicos sensíveis contra as descargas atmosféricas e seus efeitos deve ser baseada no conceito de zonas de proteção, que consiste em dividir o volume da instalação a ser protegido em fronteiras. Nelas, são definidos locais com maior ou menor suscetibilidade à ocorrência de descargas atmosféricas diretamente na estrutura ou próximas e classificadas segundo a severidade e suportabilidade dos sistemas às sobretensões e sobrecorrentes transitórias.




*Catálogo técnico de DPS da marca Clamper

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Curiosidade não combina com eletricidade.

Por Walter Wanderley Teixeira*


A qualificação profissional é o primeiro passo para uma instalação elétrica bem-sucedida, pois não basta tem um bom projeto elétrico, utilizar materiais certificados se o profissional responsável pela instalação não for no mínimo qualificado e, principalmente, não conhecer as normas de segurança.
Atualmente, todo profissional que trabalha direta ou indiretamente com eletricidade é obrigado a ter o curso de NR 10 - Segurança em Instalações e Serviços em Eletricidade, cuja validade é de 2 anos.
A instalação elétrica é uma das etapas mais delicadas da obra, caso seja mal feita pode trazer sérios riscos, desde o consumo exagerado de energia até curtos-circuitos no sistema elétrico, ocasionados pela fuga de corrente.
Emendas mal feitas, condutores desencapados ou com isolação desgastada pelo tempo costumam ser as principais causas de fuga de energia.
Manutenções preventivas reduzem consideravelmente o desperdício de energia e riscos de acidentes. Por isso, procure executar manutenções periódicas. Mas atenção: a vida útil de fios e cabos vai depender muito das condições da instalação, da mudança de equipamentos e do uso. Portanto, as manutenções são essenciais para o bom funcionamento da instalação elétrica.
É importante mostrar para o contratante que o projeto elétrico é fundamental para a obra e ainda traz economia. Um bom projeto sugere uma lista exata de materiais para comprar, evitando sobras e desperdício.
Na sequência, por meio de projeto de instalação, o profissional deverá quantificar e determinar os pontos de utilização de energia elétrica; e definir o tipo e o caminhamento de condutores, de condutos, de dispositivos de proteção, de comando, de medição e demais acessórios.
O disjuntor merece atenção redobrada. Embora seja um dispositivo de segurança indispensável contra sobrecargas, também pode falhar quando estiver mal dimensionado. Neste caso, poderá não "desarmar" quando ocorrer um curto-circuito, levando a princípio de incêndio.
A instalação elétrica exige uma série de cuidados, conhecimento técnico e experiência prática. Para que o profissional tenha sucesso em suas atividades, é preciso que esteja preparado e atualizado. É importante lembrar que apesar de ter várias indicações de como fazer, é imprescindível que o profissional da área elétrica busque conhecimento e preparação em um curso profissionalizante, onde terá toda a base, conceitos e atualizações para que se sinta seguro e transmita segurança nos serviços que irá executar.


* Walter Wanderley Teixeira é instrutor de Práticas Profissionais do Senai Orlando Lavieiro Ferraiuolo, em São Paulo (SP)

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ampér: unidade de corrente elétrica. (A)


André Marie Ampère (1775-1836) 
Um verdadeiro pioneiro da eletrodinâmica, contribuiu e muito com a humanidade através de seus estudos e conhecimentos. Nomeado por inspetor-geral do sistema universitário por Napoleão Bonaparte em uma época em que tensão na França era marcada por uma revolução civil. Permanecendo no cargo até o fim de sua vida, baseava seus estudos em física, química, filosofia e psicologia. Realizou seus estudos pioneiros sobre corrente elétrica e eletrodinâmica (1820) baseado em uma descoberta de Oersted, de que uma corrente elétrica cira um campo magnético. Assim, ele inventou o solenóide partindo do seguinte princípio: se duas linhas distintas conduzem corrente elétrica na mesma direção, haverá uma atração mutua entre elas, acontecendo o contrário se as linhas conduzem corrente elétrica em direções opostas, havendo assim uma repulsão entre ambas. 
Com isso, em 1827 a lei que leva seu nome foi elaborada, a famosa fórmula matemática do eletromagnetismo. O Sistema Internacional batizou a unidade de corrente elétrica com seu nome em forma de homenagem e reconhecimento. Um legado que ficará marcado para sempre com sua dedicação de esfor. Eletricamente, sim, é possível crias através das teorias deste mito.

Fonte: 
Instalações Elétricas - Julio Niskier & A. J. Macintyre. LTC Editora. 2008.
http://www.webalice.it/sergio.arienti/vite/Ampere.htm